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VÍDEO: Eduardo Bolsonaro compara Hugo Motta a “esquerdista” e diz que paraibano está sendo ameaçado

O deputado federal licenciado, que está nos Estados Unidos, afirmou que o presidente da Câmara mudou o discurso sobre a PEC da Anistia após participar de um jantar com o ministro Alexandre de Moraes

Por Luis Fernando Mifô

05/04/2025 às 11h53 • atualizado em 05/04/2025 às 12h10

Durante entrevista à Rádio Auriverde, de Bauru-SP, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, o paraibano Hugo Motta (Republicanos), mudou o discurso sobre a PEC da Anistia porque estaria sendo ameaçado.

Segundo Eduardo, Motta mudou sua postura diante do tema após participar de um jantar com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

O jantar ao qual o deputado se refere aconteceu no dia 18 de março, quando Moraes reuniu colegas da Corte e integrantes do governo Lula e da cúpula do Congresso Nacional horas após negar a apreensão do passaporte de Eduardo Bolsonaro.

“Hugo Motta, em bom português, está sendo ameaçado. Ele vai negar isso publicamente, claro, e deve fazê-lo, se for perguntado. Mas o que a gente viu foi que, antes do jantar dele com Alexandre de Moraes, a opinião dele era bem clara a favor da anistia. E ele segue a linha do Arthur Lira, que é de jogar para o plenário os temas polêmicos e deixa o plenário decidir”, disse Eduardo Bolsonaro, que tem interesse na PEC da Anistia para evitar que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, seja preso por tentativa de golpe de Estado.

Em seguida, o deputado comparou o presidente da Câmara com um “esquerdista do Psol” após o encontro com os ministros do Supremo.

“Depois do jantar com Alexandre de Moraes, ele mudou drasticamente. Ele tem falado basicamente igual um esquerdista do Psol, falando que é contra a anistia, democracia e aquelas questões todas que nós já estamos acostumados a ouvir da boca de Lula e de outros puxadinhos ali do PT. Então, eu acho que a pressão popular é o ingrediente fundamental. Sem pressão popular, não existe impeachment. Sem pressão popular, não existe anistia”, completou Bolsonaro.

Em João Pessoa, nesta sexta-feira, Hugo Motta disse que “não dá para achar que a pauta de um partido só é a única pauta que é interessante para o país”. A declaração foi dada após o PL tentar obstruir votações essa semana como forma de pressionar o andamento da PEC da Anistia.

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